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Menopausa e a Reposição Hormonal Natural

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Menopausa e a reposição hormonal natural trás os desafios desta fase tão perturbadora para muitas mulheres. Por volta dos 50 anos, e em algumas mulheres aos 40, a mulher já começa a viver um período delicado e até mesmo complexo. Há desafios em cada etapa de vida da mulher e quando se perde a capacidade de ovular e gerar vida, a menopausa entra em cena.

A menopausa se caracteriza pelo fim das menstruações. Já o climatério compreende todo o período de pré-menopausa, a menopausa em si e a pós-menopausa. Nesse lapso de tempo, tudo parece influir. Isto é, as mudanças hormonais com seus altos e baixos no comportamento, sentimentos de inutilidade e perda, a possível crise na relação com o cônjugue devido à perda da libido, o medo de envelhecer.

Cada mulher tem um histórico clínico a considerar, assim sendo, nem todas sofrem com a menopausa. Algumas simplesmente deixam de mestruar e a vida segue normalmente. Porém, grande parte do mundo feminino sofre com a mudança no organismo provocada pela menopausa.

Menopausa e a Reposição Hormonal Natural
Menopausa e a Reposição Hormonal Natural

Sintomas da Menopausa

A maior parte das mulheres sofre apenas alguns destes sintomas, os quais são suportáveis na maioria das vezes. Porém, uma minoria das mulheres, diria uns 20%, não apresenta quase nenhum sintoma como os enumerados a seguir:

Irregularidade no ciclo na pré-menopausa

Enquanto acontecer as irregularidades no ciclo menstrual, a mulher não entrou na menopausa propriamente dita. Trata-se, portanto, de um período preparatório do corpo, com mestruações muito frequentes ou atrasos no ciclo. Esses sinais podem indicar irregularidade no funcionamento do ovário e devem ser acompanhados por um médico que fará a sondagem do problema. De fato, é preciso descartar outras patologias como pólipos, tumor endometrial e fibromas.

O período irregular dos ciclos depende de cada organismo. Algumas mulheres entram na menopausa de repente, outras experimentam essas irregularidades por anos até cessar completamente os ciclos menstruais.

Suores e Fogachos

Esses fenômenos podem ser muito inconvenientes, pois apresentam-se em qualquer lugar e situação, mesmo dormindo, o que afeta a qualidade do sono. O estresse físico e psíquico, bem como o fator hormonal, também podem contribuir para aumentar os sintomas de suores repentinos e mal estar. Sintomas esses, presentes tanto na fase que antecede a menopausa quanto na menopausa.

Humor Alterado

As mudanças de humor na esfera psíquica, devido as flutuações hormonais, podem causar irritabilidade, ansiedade, melancolia, crises de choro ou depressão. Acrescenta-se a tudo isso as situações vividas no dia a dia das mulheres e seu quadro clínico pessoal. De tal forma que em caso de uma depressão mais prolongada, recomenda-se uma intervenção médica mais específica para o caso.

Sono Irregular e Astenia

Os fogachos geralmente impedem um sono tranquilo e contínuo. Acorda-se inúmeras vezes durante a noite pelo suor excessivo e repentino, impedindo, em seguida, a volta do sono. Isso influencia no dia a dia, causando desconforto, sonolência e indisposição para o trabalho.

Transtornos Urológicos

Como resultado da falta de hormônios, os tecidos da uretra se fragilizam e causam transtornos urinários tanto irritativos como inflamatórios. Talvez provavelmente, possa surgir problemas como uretrite, cistite, um gradual prolapso uterino, incontinência urinária de esforço e dor nas relações sexuais. Incômodos esses mais frequentes na menopausa.

Secura Vaginal

Com a diminuição e posterior falta de estrógenos, há uma transformação na mucosa vaginal o que a torna mais desidratada e fina. Uma vez que existe uma diminuição de secreções e lubrificação, as relações sexuais podem se tornar mais difíceis e dolorosas. Por ser um processo gradual, no início quase não se percebe, porém, com o tempo a vagina perde sua elasticidade e fica mais curta.

Regras para Atenuar os Incômodos da Menopausa

Fogachos (ondas de calor)

  • Elimine da alimentação a cafeína, álcool, condimentos e bebidas quentes;
  • Não use o tabaco;
  • Comer moderadamente;
  • Consumir alimentos à base de fitoestrógenos para uma reposição hormonal natural na menopausa;
  • Não usar roupas pesadas mas vestir-se em “camadas”;
  • Dormir com mantas leves ou lençóis;
  • Faça alguma atividade física;
  • Reduza o estresse com técnicas de relaxamento e ativa vida espiritual.

Mudanças de Humor

  • Procure ter um comportamento mais tranquilo e autoconfiante ao enfrentar dificuldades diárias;
  • Separe um tempo para leitura, cuide de plantas ou outra atividade para si mesma;
  • Relacione-se com quem entende seu problema e respeite seu momento.

Mestruações Irregularidades

  • Evitar o estresse emocional;
  • Eliminar o cigarro (tabaco);
  • Suprimir o consumo do álcool.

Distrofia Geniturinária

  • Usar gel lubrificante para aumentar a lubrificação vaginal durante as relações sexuais;
  • Realizar, de maneira regular, os exercícios de kegel para mulheres.

Tratamento da Menopausa e a Reposição Hormonal Natural

Estrógenos Naturais

Os estrógenos naturais são menos potentes que os sintéticos. Encontram-se na forma de comprimidos, cápsulas, cremes e adesivos aplicados sobre a pele. Esses estrógenos são diferentes daqueles usados nas pílulas anticoncepcionais, pois são derivados naturais. E apresentam também efeitos biológicos similares aos efeitos fisiológicos.

Ainda que seja um derivado natural, os estrógenos naturais devem ser administrado por um médico que irá determinar a dose correta. Os resultados são de alguns dias para fazer efeito na diminuição dos fogachos e suores. Constata-se mudanças de humor em certos casos. Doses excessivas podem provocar tensão na mama, inflamação, náuseas e cãibras nas pernas.

Muito raro é a administração dos estrógenos de maneira independente, pelo risco de induzir a uma proliferação excessiva do tecido endometrial. Por esse motivo, constumam ser associados a um progestogênio ou à progesterona micronizada.

Nos casos em que a mulher se submete a histerectomia (extirpação total do útero), os estrógenos podem ser administrados sozinhos. Pois não haverá risco de uma possível ação negativa sobre o endométrio ao usar esses hormônios.

Progestogênios e Progesteronas

Na etapa anterior à menopausa, podem ser administrados sozinhos a fim de controlar a quantidade e frequência das regras. Porém, na menopausa atuam sobre o endométrio e são associados necessariamente aos estrógenos na solução dos sintomas do climatério.

Deve-se ter cautela no uso destes medicamentos, uma vez que o médico descarte perdas irregulares de sangue resultantes de doença hiperplásica ou tumoral. Uma biópsia guiada por histeroscópio revelará o problema.

Além dos progestogênios sintéticos, atualmente está sendo comercializada a progesterona micronizada. Trata-se de um composto natural que desencadeia menos efeitos secundários. O papel do conhecimento médico sobre as diferentes classes destes preparados de progestogênios é fundamental na escolha do tipo e dosagem. Uma vez que justamente os progestogênios são os suspeitos de incentivar a incidência de câncer de mama.

Caso as doses sejam excessivas, existe a possibilidade de provocar retenção de líquidos, depressão, vertigens, cefaleia, perda de concentração e irritabilidade. Menores doses não trazem transtornos ou incômodos. Por isso, um bom médico irá receitar os progestogênios ou progesterona na forma de comprimidos, adesivos ou injetáveis, nas dosagens e tipos certos para cada caso.

Andrógenos (DHEA – dehidroespiandrosterona)

São hormônios e precursores de hormônios desenvolvidos pelo ovário e pelo córtex suprarrenal, que reduzem com a menopausa. Sem dúvida, é um dos responsáveis pela diminuição do desejo sexual. O decréscimo de outros hormônios e algumas situações da vida da mulher também podem influenciar esse desinteresse.

A presença no organismo deste hormônio é indispensável para manter a massa óssea. Só que, para acrescentar um andrógeno à terapia hormonal, o médico deve estudar atentamente cada caso em particular. Visto que nessa categoria de medicamento há efeitos secundários negativos para o metabolismo das gorduras, das lipoproteínas e do risco de câncer de mama.

Tibolona

Na terapia de reposição hormonal, a Tibolona ajuda a aliviar os típicos sintomas da menopausa. Dentre suas vantagens estão:

  • Alivia os sintomas subjetivos (fogachos, ansiedade, suor noturno, etc);
  • Há uma indução no aumento de endorfinas, o que melhora o sono e o humor;
  • Estimula o desejo sexual;
  • Melhora a saúde da mucosa vaginal;
  • Pode ser utilizado em mulheres com fibromas uterinos;
  • Não interfere na coagulação sanguínea.

Há alguns possíveis efeitos colaterais ao usar o tibolona, como sangramento vaginal, dor no abdomem, aumento de peso, dor nas mamas, irritação ou coceira vaginal, corrimento, acne ou crescimento anormal de pelos no rosto.

Além disso, a tibolona não deve ser usada por algumas mulheres. É muito importante ter um acompanhamento médico em todo caso. Não pode administrar para mulheres grávidas ou amamentando, ou com quadro de câncer de mama ou endométrio, problemas de trombose, cardíacos ou no fígado. E um dado primordial a saber é que a tibolona somente pode ser usada após 1 ano da última mestruação.

Fitoestrógenos na Menopausa e Reposição Hormonal Natural

Os fitoestrógenos estão relacionados ao cálcio, ao ferro e ao ácido graxo ômega-3. São princípios ativos presentes em plantas ou alimentos, com suave efeito estrogênico. Por exemplo, alimentos como maças, peras, feijões, aspargo, soja, trigo, milho, ervilhas, cebolas e alhos.

Na dieta baseada em uma grande quantidade de soja, rica em fitoestrógenos, verifica-se uma menor incidência de câncer de mama e de osteoporose. É o que acontece na Ásia, onde somente 20% das mulheres no climatério sentem fogachos, contra 80% das mulheres ocidentais.

Existe inúmeros complexos à base de fitoestrógenos no mercado, para quem não deseja ir direto à fonte alimentar. Apesar de atenuar fogachos, fazer uma possível prevenção da osteoporose, e melhorar o controle dos índices de colesterol total e HDL. Em princípio, não há plena certeza da dosagem recomendada para obter todos os benefícios do uso dos fitoestrógenos.

De acordo com estudos realizados, ainda não estão claros os efeitos negativos dos fitoestrógenos sobre os hormônios da tireoide e a insulina. E nem sobre sua administração na idade adulta representar ou não um fator de risco para o câncer de mama. Dessa forma, apesar do uso dos fitoestrógenos não necessitar receita médica, é sempre recomendado obté-la.

Quais Situações Fazer Reposição Hormonal na Menopausa

É preciso levar em consideração o histórico clínico da mulher. Saber de seu estado atual de saúde. A presença de fatores de risco. E realizar todos os exames necessários de tal sorte que se obtenha uma avaliação médica completa. Sobretudo se a mulher optar em seguir uma terapia de reposição hormonal.

Há algumas mulheres cuja menopausa transcorre normalmente, ou seja, sem sintomas desagradáveis. Além do mais não apresentam fatores de risco de patologias cardiovasculares ou mesmo osteoporose. Para esta classe de mulheres não há muito a necessidade de medicamentos. Pode, no entanto, buscar uma alimentação apropriada e praticar atividades físicas regulares.

Já as mulheres com transtornos típicos da menopausa, porém sem nenhum tipo de risco, com peso normal e não fumante, poderá seguir uma terapia de reposição com doses mínimas. O médico irá determinar a dosagem segundo os efeitos secundários negativos que possam ir sendo detectados (cãibras, inflamação nas mamas, o outros) durante o tratamento.

Aquelas que na fase de menopausa tenham alguma patologia como hipertensão, obesidade ou diabetes, devem procurar avaliação médica antes de começar ou não algum tratamento. E com antecedentes familiares de câncer de mama, realiza-se um estudo ponderado sobre a prescrição ou não de hormônios. Em suma, nota-se que a avaliação ocorrerá especificamente caso a caso.

Glossário Da Menopausa e Reposição Hormonal Natural

  • Androgênico: Produz características masculinas
  • Antiestrogênicos: Impede ou contraria o efeito dos hormônios estrogênicos
  • Estrógenos: Hormônios femininos produzidos abundantemente pelos ovários e, em quantidade menor, pelas glândulas suprarrenais.
  • Progesterona: Hormônio produzido pelos ovários que atua nos diferentes tecidos do aparelho reprodutor feminino.
  • Estrogênico: Favorece a ação dos hormônios estrogênicos

Fonte de pesquisa: “Sinta-se Bem!” – Lídia La Marca ( Médica com especialização em Ginecologia e Oncologia)

Verdades sobre Alimentos de Origem Animal

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Verdades sobre o alimentos de origem animal. Muito se discute sobre a importância do alimento de origem animal e o impacto sobre a saúde. Naturalmente o homem não se programou para comer carne. A não ser que venha embalada e, só para encargos de consciência, com uma data de validade. Os animais que comem outros animais, não se importam de comer carne crua, bem como músculos, órgãos e sangue. Porém, esse não é nosso caso.

É repugnante apenas imaginar comer um animal em seu estado natural após abatido. Por esse motivo, proibe-se visitas a um abatedouro. Matar um animal vai contra os valores de compaixão do ser humano. Muitas vezes realiza-se a defesa dos direitos contra maus tratos aos animais por quem, na realidade, tem no seu freezer vários cortes de animais para sua alimentação.

Desde que se pague para alguém fazer o abate. Se corte as carnes em pedaços específicos. Se cozinhe, frite ou asse com bons temperos e condimentos. Também se camufle o nome do animal degustado. Para que não se coma o boi, porco, carneiro, e sim o presunto, costela, filé mignon, vitela, Kobe Beef (boi da raça wagyu). Enfim, não se “mata”, mas já que está embalado, é só comer!

Verdades sobre Alimentos de Origem Animal
Verdades sobre Alimentos de Origem Animal

O Papel das Toxinas nos Alimentos de Origem Animal

A nutrição que todos os alimentos de origem animal fornecem tem o mesmo impacto sobre a saúde. Todas as formas de preparo e quais os tipos de alimentos escolhidos agem da mesma maneira no organismo, ou seja, são equivalentes do ponto de vista nutricional. Os elementos existentes nas carnes, queijo e ovos são basicamente: gordura, proteína, colesterol, ácidos dietéticos e substâncias tóxicas.

Já os alimentos de origem vegetal constitui-se de carboidratos, fibras, pouca gordura e ácidos dietéticos, colesterol zero, uma quantidade certa de proteínas, minerais e micronutrientes. Em outras palavras, são alimentos perfeitos para promover a saúde, pois fornecem o que o organismo necessita.

Efeitos do Excesso das Toxinas são Cumulativos

Por natureza, o corpo pode gerenciar uma certa quantidade de gordura, colesterol, aminoácidos e ácidos dietéticos. Porém, caso essa quantidade ultrapasse o limite que o corpo pode metabolizar ou eliminar, o excesso começa a agir como veneno ou toxina. Consumir diariamente alimentos de origem animal, tende a acumular esses componentes no corpo, com efeltos igualmente cumulativos.

Efeitos esses que se caracterizam desde o enfraquecimento dos ossos, como ao aumento de doenças degenerativas das células, câncer e muitas outras doenças crônicas. Conforme estudos feitos pelo Órgão para Alimentação das Organizações das Nações Unidas (FAO/ONU) – World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes – é apresentado afirmações preocupantes. Que atestam sobre as verdades sobre alimentos de origem animal.

Como resultado dos estudos, constatou-se que a procura por alimentos de origem animal está deixando a sociedade mais doente. Aumentou as espécies de doenças e sua evolução. Como o próprio estudo mostra: “7 em cada 10 doenças que surgiram nos seres humanos nas últimas décadas são de origem animal e, em parte, diretamente relacionadas com a busca humana por mais alimentos de origem animal como carnes, laticínios e ovos”.

Verdades sobre os Excessos Tóxicos nos Alimentos de Origem Animal

Excesso de Proteínas

O excesso de proteínas é percebido no organismo quando se nota um cheiro forte de ureia no suor ou na urina. Quando a proteína é encontrada acima dos níveis da necessidade diária, ela é metabolizada pelo fígado e, logo após, eliminada pelos rins. Isso gera sobrecarga nesses órgãos, sendo que os filtros dos rins (nefróns) acabam sendo destruídos. Consequentemente, a função dos rins se compromete trazendo o risco de formação de cálculos ou pedras renais.

Excesso de Gordura

Toda a gordura contida nos alimentos de origem animal se acumulam no fígado, músculos, veias, e passam a contribuir para doenças cardíacas, diabetes tipo 2, AVC e outras doenças crônicas. O aumento do peso corporal também altera o metabolismo celular, e pode estimular o aparecimento de alguns tipos de câncer.

Excesso de Colesterol

O organismo humano não apresenta eficiência na eliminação do excesso de colesterol, ou seja, a quantidade eliminada é bem pequena. Desse modo, o excesso de colesterol consumido de alimentos de origem animal, acaba sendo armazenado nas artérias, pele, tendões e órgãos. Há inúmeros casos, por exemplo, de doenças vasculares do coração e cérebro, e até de ataque cardíaco fulminante em virtude do excesso de colesterol nas artérias.

As pedras na vesícula formam-se basicamente de colesterol em excesso e cristalizado. O alto colesterol na bile ou suco biliar também são consequência do consumo de alimentos de origem animal.

Excesso de Sustâncias Tóxicas

1. Metionina

É um aminoácido a base de enxofre encontrado nas carnes, ovos e leite. O organismo metaboliza a metionina a transformando em outro aminoácido, a homocisteína. Vilões à parte, a homocisteína ganha em disparada em sua toxidade para o organismo, pois aumenta o risco de infarto, AVC, demência, mal de Alzheimer, depressão, coágulos nas veias e doenças arteriais nas pernas.

Do mesmo modo que alimenta tumores cancerígenos, o enxofre também se mostra tóxico para os tecidos do intestino, provocando inflamação no cólon. A metabolização da metionina, aminoácido a base de enxofre, também resulta em ácido sulfúrico, que dissolve os ossos, transformando o cálcio residual em pedras nos rins.

2. N-óxido de Trimetilamina (TMAO)

A substância N-óxido de trimetilamina é resultante da oxidação da trimetilamina. Quando há a obstrução das artérias por placas gordurosas (aterosclerose), possíveis doenças cardíacas, AVC e infarto, atribui-se a associação destas doenças a esse tóxico TMAO (em inglês).

O processo de produção desta toxina no organismo acontece ao ingerir alimentos de origem animal, ou seja, carnes vermelhas ou brancas, ovos e lacticínios. Todos esses alimentos possuem uma quantidade grande de uma coenzima denominada carnitina. Ao transcorrer 24 horas desde o consumo, uma bactéria intestinal metaboliza a carnitina e forma a trimetilamina (TMA). Em seguida, o fígado oxida a TMA dando lugar a TMAO. A colina é a coenzima presente nos ovos e também passa pelo mesmo processo até formar a TMAO.

Esclarecendo que a bactéria que tranforma tanto a carnitina como a colina em TMA e logo após em TMAO, não está presente em vegetarianos. Mesmo que consumidas pequenas quantidade de colina e carnitina contidas em alimentos de origem vegetal, a metabolização no intestino não ocorrerá, justamente pela ausência da bactéria.

3. Diversos Tóxicos

Utiliza-se várias drogas na criação de gado, não só para o abate bem como para a produção de leite. Como por exemplo, antibióticos, hormônios, estimulantes, tranquilizantes e inúmeros outros elementos químicos. As instalações onde vivem os animais e eles próprios passam por tratamento com inseticidas, fungicidas e pesticidas. Mesmo em alimentos de origem vegetal é encontrado pesticidas em menor quantidade.

Porém, há uma grande concentração dos pesticidas nas carnes e derivados devido à constante acumulação desses compostos tóxicos nos tecidos dos animais. Consumir alimentos cárneos significa então, trazer todos esses resíduos acumulados nos tecidos dos animais em sua vida útil, para dentro de seu organismo.

Excesso de ácidos Dietéticos

É de vital importância para a saúde um pH equilibrado e um pouco alcalino, é o que consta no artido Saúde e pH Andam Juntos. A raiz de quase todas as doenças se encontra não apenas em um pH ácido como também no excesso de resíduos ácidos no corpo. Para ter e conservar um pH assim equilibrado é preciso investir em uma alimentação mais alcalina possível.

Isso não acontece com os alimentos de origem animal, pois seus ácidos dietéticos aumentam a quantidade de hidrogênio no organismo, tornando seu ambiente ácido. O que aumenta de igual modo são os níveis de hormônio esteróide cortisol, responsável pelo desgaste ósseo e em seguida pelo perigo de fraturas.

Excesso de Ferro Heme

Tanto os alimentos de origem vegetal como animal contém o ferro em formatos diferentes. O ferro heme é aquele encontrado nas carnes e vísceras dos animais. Ele se une ao ferro já existente no organismo humano, causando assim uma sobrecarga de ferro no corpo. Apesar de possuir uma boa utilização e absorção, não há uma boa regulagem de seu aproveitamento pelo organismo.

Existe outro tipo de ferro denominado não heme, encontrado nas leguminosas e nos vegetais de folhas verdes. É menor a sua biodisponibilidade em comparação com o ferro heme encontrado nos alimentos de origem animal, porém, o organismo humano consegue regular a sua absorção. Significa que o corpo irá absorver somente aquilo de que necessita, não causando nenhuma sobrecarga. O ácido fítico contido em alguns vegetais também vai exercer o controle da absorção do cobre e do zinco no corpo.

Essas Verdades Te Convence a Deixar os Alimentos de Origem Animal?

A indústria do agronegócio, os grandes produtores e os vários especialistas em nutrição financiados por eles podem até te convencer que comer carne é bom para fornecer ferro, do contrário se contrai anemia. A tomar leite e comer ovos para ficar com os ossos fortes e ser mais sadio. Mas vemos que não é bem essa a verdade sobre os alimentos de origem animal, pois os males que incutem em sua mente que devem ser evitados, são aqueles que realmente você terá.

Felizmente, o hábito de comer carnes e derivados animais pode se quebrar e não controlar mais o apetite, se assim desejarmos. Resumidamente, existe muitas vantagens ao abandonar o alimento cárneo. Veja algumas:

  • Previne e até mesmo reverte doenças do coração;
  • Controla a obesidade;
  • Diminui o risco de câncer;
  • Protege os ossos, prevenindo a osteoporose;
  • Diminui o risco de contrair mal de Alzheimer;
  • Previne Diabetes;

Os estudos e as informações sobre alimentação animal versus vegetal são veiculados. Talvez não tão divulgadas para não comprometer o lucro e o mercado. No entanto, o que não pode ser comprometido, em nenhuma hipótese, é a promoção e manutenção de sua saúde. Pense nisso!